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Apesar da atriz Scarlet Johansson estar no centro do furacão por ter se tornado embaixadora global da marca SodaStream, que sofre críticas pois sua unidade fabril está situada em um assentamento israelense ilegal na Cisjordânia, a imprensa brasileira parece desconhecer o assunto ou simplesmente não acompanha o noticiário internacional acerca das críticas sofridas pela atriz e seu contratante.
Será que os belos olhos da atriz são suficientes para a imprensa ignorar a discussão sobre a responsabilidade de seus atos? Será que a imprensa considera que um contrato publicitário é mais importante que a repercussão do caso? A revista "Quem" prefere comentar somente a aparição da atriz no comercial que será vinculado no intervalo do Super Bowl no próximo domingo. Mas outros veículos de imprensa preferem ignorar ou comentam superficialmente sobre o imbróglio atriz-anunciante. Ainda que jornais como "New York Times" estejam dando cobertura sobre a situação, os veículos brasileiros preferem ignorar.
Talvez a imprensa brasileira esteja inebriada pela beleza da atriz ou demonstrando a total falta de capacidade de crítica e pesquisa sobre assuntos que fujam do quintal do noticiário Rio-São Paulo-Brasília. Ou esteja faltando coragem para tecer críticas mais duras que somente ao seu cabelo ou a alguma atuação nos filmes de Woody Allen.
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